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sexta-feira, 23 de novembro de 2012

D&D 4ª Ed - Novos Monstros 01


Explicando


Com essa postagem, inauguro uma seção do Blog que pretendo tornar mais ou menos fixa. Acontece que, como mestre quase incondicionalmente fanático por Dungeons & Dragons 4ª edição, estou sempre criando uma coisinha ou outra pras minhas campanhas, e penso que esta seja uma boa pedida aqui no Blog: divulgar esses pedaços de criação regularmente.

Pois bem, novos monstros estão entre os tópicos mais requisitados por mestres de jogo, principalmente quando os monstros disponíveis dos diversos Manuais dos Monstros algumas vezes não parecem se encaixar perfeitamente nas ideias de campanha que lhes surgem à mente. E já que as regras para criação de monstros são algo simples, mas exigem paciência e tomam muito tempo para seu uso, uma seção periódica de novos monstros pode tornar o blog mais interessante, facilitando a vida principalmente dos novos mestres, que podem ter alguma dificuldade pra criar seus próprios monstros, ou dos veteranos que acharem algumas das ideias aqui publicadas particularmente úteis e queiram usá-las em suas campanhas sem muita preparação.

Vamos, então, à primeira remessa!

Demônio Esquelético

O demônio esquelético é uma criatura horrenda; um humanoide distorcido, de feição cadavérica, com dois pares de chifres ocupando o centro e as laterais do crânio descarnado. Seus resquícios de pele e seus duros ossos expostos misturam-se a alguns poucos músculos e ligamentos, formando um aspecto bizarro e apavorante, numa miríade de tons avermelhados. Em suas espáduas, aparecem duas atrofiadas asas coriáceas.



Táticas do Demônio Esquelético

O demônio esquelético começará qualquer combate usando o tanto necessário de deslocamento para se posicionar em algum ponto estratégico da área de combate, onde possa mirar no alvo mais promissor com o mínimo de cobertura ou outros impedimentos. Ele então usa Posicionar e mirar para obter dano adicional para seu primeiro ataque à distância, com um Dardo Flamejante. A seguir, ele procurará alvos que estejam unidos para imolá-los com sua Explosão Flamejante. Se estiver bem protegido, o demônio esquelético procurará usar Posicionar e Mirar sempre que o poder estiver recarregado, e os ataques à distância serão sua preferência por todo o combate. Quando percebe que os inimigos estão perigosamente próximos, a criatura guarda seus usos de Posicionar e Mirar para recuar e atacar o inimigo mais próximo.

Conhecimento sobre Demônios Esqueléticos

Um personagem pode saber as seguintes informações com testes de Arcanismo bem sucedidos:
CD 15: Os demônios esqueléticos surgem espontaneamente em locais do Abismo que se conectam magicamente com o Pendor das Sombras, mesclando a malignidade caótica do primeiro à corrupção obscura do segundo. Ele também pode surgir no próprio Pendor das Sombras, onde veias de energia caótica do Abismo se fazem transparecer.

Grupos de Encontro

Demônios esqueléticos podem aparecer em grupos formados por mortos-vivos de níveis inferiores, ou acompanhando evistros (demônios, MM pg. 65). Eles também podem ser convocados por rituais profanos realizados por criaturas que pensarem poder controlá-los.

Encontro de nível 5 (para 4 personagens, 800 XP):
* 2 demônios esqueléticos (artilheiro de nível 3);
* 2 evistros (bruto de nível 6);

Encontro de Nível 4 (para 5 personagens, 875 XP):
* 3 demônios esqueléticos (artilheiro de nível 3);
* 1 inumano eviterno (controlador de nível 4);
* 1 zumbi criogênio (soldado de nível 6);

Encontro de Nível 4 (para 5 personagens, 875 XP):
* 3 demônios esqueléticos (artilheiro de nível 3);
* 1escama-verde místico do charco (povo-lagarto) (controlador de nível 6 (L));
* 1 escama-verde caçador (povo-lagarto) (soldado de nível 6);


Usando Demônios esqueléticos em campanha

Os usos mais óbvios de demônios esqueléticos em campanha são as histórias que se assemelham ou encontram inspiração nos games Diablo I e II ou algum Castlevania. A entidade ou criatura por trás de todo o enredo pode ter sido responsável por descobrir um bolsão dimensional onde o mundo físico se conecta, simultaneamente, ao Pendor das Sombras e ao plano do Abismo, libertando hordas misigenadas de mortos-vivos e demônios, que os PdJs terão de enfrentar, pra variar, no intuito de salvar o mundo.

Bom divertimento! E, POR FAVOR, LEITORES, COMENTEM SUAS IMPRESSÕES DESTE E OUTROS POSTS E VOTEM NAS REAÇÕES!!

:)

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Bushido - Batalha de Sekigahara

Já fazia um gigantesco tempo que eu pensava em escrever uma resenha sobre o jogo de tabuleiro "Bushido - Batalha de Sekigahara", mas como a empolgação para escrever é coisa que vem e vai na minha cabeça, e sem ela eu sou meio incapaz de fazer qualquer coisa, a ideia não saía do nível da abstração. Eis, porém, que surge finalmente!





A compra

Uma coisa engraçada a respeito desse jogo é o próprio fato de eu o ter encontrado e comprado no ano passado; ao que parece, o jogo foi lançado em 2007 ou 2008 pela Xalingo Brinquedos S/A (versão nacional, porque o jogo é americano, na verdade, até onde eu descobri) e, embora tenha se tornado algo conhecido por fanáticos por jogos - e seja fácil encontrar comentários e outras resenhas sobre o mesmo na internet -, já está fora do catálogo da empresa. Até mesmo sites de compras e comparações de preços que eu consultei constam o produto como "indisponível" ou "venda sob consulta". Uma pena, aliás, porque é um jogo que eu recomendaria para aquisição. Mas, de repente, vale um esforcinho pra tentar encontrar por aí, não?

Outro fato engraçado: embora eu o tenha adquirido numa loja de brinquedos, comprei por preço de segunda mão. De fato, o jogo já tinha sido aberto, pelo que entendi até tinha sido vendido, mas fora devolvido à loja, sei lá. Daí, paguei apenas 50% do preço da caixa, sendo que ele sequer tinha sido mexido por dentro! Barbada! Uma pena a caixa estar um tanto danificada e amassada, mas a compra foi boa.


O contexto

O cenário do jogo é algo bem interessante: o japão feudal e uma complexa e gigante guerra civil entre duas facções. O manual de regras contém o histórico da batalha que dá nome ao jogo, e é tão detalhado nessa narrativa que chega a ser confuso, principalmente pra quem não está acostumado com histórias de guerras, mas é mesmo fascinante e dá um clima bacana pra se ter em mente na hora de jogar.

"Bushido", que significa "Caminho do Guerreiro" (e é pronunciado bu-shi-DÔ), representa a batalha de Sekigahara, ocorrida em 21 de outubro de 1600 no Japão. A batalha resultou na unificação da nação sob o comando de Tokugawa Ieyasu, que assumiu o posto de Xógum (supremo comandante militar), a partir de 1603. As principais aventuras de mangás e animes que retratam o Japão dos samurai se passam no período de 265 anos em que seus descendentes se mantiveram no poder.




O conteúdo

A caixa contém a seguinte descrição dos itens presentes:
- 1 tabuleiro [cujas "casas" são hexagonais];
- 7 peças amarelas (exército do leste de Tokugawa Ieyasu) [peças cartonadas ilustradas, pra serem colocadas sobre bases de madeira];
- 7 peças azuis (exército do oeste de Ishida Mitsunari) [idem];
- 10 cartas hexagonais vazias (Blefes);
- 10 cartas hexagonais (Contra-ataques);
- 56 cartas hexagonais (Movimento) [Contêm a palavra "Bushido" e o desenho de uma katana e algumas setas, indicando as direções possíveis de movimento];
- 1 manual de regras.

Detalhe interessante sobre a descrição acima é que eu contei as cartas, e a quantidade vinda é muito maior: 15 cartas de blefes, 15 de contra-ataque e 84 de movimento!




O jogo

O jogo é indicado para 2, 3 ou 4 jogadores, mas pelas poucas partidas que joguei, acho que 2 jogadores é o ideal. Cada jogador representa um daimio, um general das tropas de cada uma das facções envolvidas na Batalha de Sekigahara. O exército do oeste, de Ishida Mitsunari, é representado pelas peças azuis, colocadas acima da palavra "Bushido", que aparece no tabuleiro; o exército amarelo, de Tokugawa Ieyasu, é colocado no campo oposto. Cada peça contém uma ilustração frontal e um número de 1 a 7 no seu verso - este último deve ser voltado para o jogador, idealmente.

O jogo começa com os jogadores embaralhando as cartas de movimento e distribuindo 7 para cada um. Agora, cada jogador olha suas cartas e posiciona uma sob cada peça, já colocada sobre o tabuleiro nos hexágonos marcados pelos símbolos dos exércitos. As cartas são posicionadas com a palavra Bushido voltada para o jogador (ou seja, de modo que ele possa lê-la) e com a frente para cima, exceto pelo general de cada exército (peças de número 1), onde a carta é colocada com o verso para cima.



Completada a preparação, são acrescentados ao maço de cartas os Blefes e Contra-ataques. O "Bolo de Movimento" ou maço é novamente embaralhado e deixado sobre a mesa de jogo com as faces das cartas viradas para baixo, de modo que cada jogador possa sacar uma ou mais cartas na sua vez de jogar.

Agora é que o jogo realmente começa. Aqui, vale comentar que o início do jogo é um tanto "lento" e monótono, e as coisas só esquentam mesmo após algumas rodadas, então não seja impaciente. Os jogadores sacam alternadamente, uma carta por vez do maço de saque, e um movimento pode ser realizado por rodada, com uma única peça, usando a carta sacada. Pode-se mover apenas para uma das direções apontadas pela carta anteriormente marcada pela peça escolhida, e a peça é então colocada sobre a nova carta, sendo a antiga descartada numa pilha própria para esse fim. Não é possível, nos primeiros momentos do jogo, mover os generais - eles só podem ser movidos a partir do momento em que tiverem sido atacados (ver adiante).

Pode acontecer de, em vez de sacar uma carta de movimento, o jogador sacar uma carta de defesa (Blefe ou Contr-ataque). Neste caso, deve guardar a carta consigo, sem mostrar sua face ao adversário, e sacar novamente, até que tenha um movimento para fazer.

Ocorrerá, mais cedo ou mais tarde, de acabarem as cartas do maço de saque. Nesse momento, deve-se retomar a pilha de descarte e todas as cartas de defesa das mãos dos jogadores para compôr uma nova pilha de saque. Por esse retorno das cartas de defesa, esse será um dos momentos mais importantes da partida, capaz de gerar reviravoltas!

Agora, como ocorrem os combates? Simples: primeiramente, é preciso ter uma peça adjacente a uma peça adversária; depois, é preciso sacar uma carta de movimento, na sua vez, e declarar ao jogador adversário que está movendo a sua peça para onde a peça dele está (desde que isso seja possível, de acordo com as setas da carta atualmente sob a sua peça); enfim, se ele não tem como se defender, perderá sua peça e a carta que está sob ela, e você pode posicionar sua nova carta no hexágono para onde acaba de se mover, ou seja, o hexágono conquistado. Mas, se ele tinha uma ou mais cartas de defesa, e você também, então o combate fica mais interessante: os jogadores se alternam exibindo a face de suas cartas de defesa; enquanto houver "contra-ataques" sendo lançados, o combate continua, até que um deles lance um "Blefe" ou não tenha qualquer carta para revidar o contra-ataque inimigo; nesse caso, perde o combate. Como se vê, cartas de Blefe servem apenas para dar a ilusão ao adversário de que você é capaz de revidar um possível ataque.

O vencedor de um combate descarta suas cartas utilizadas; o perdedor, descarta todas as suas cartas de defesa.

Os generais dos exércitos são peças especiais, que ficam posicionadas em seus hexágonos marcados no tabuleiro e não podem ser movidas pelo jogador até que tenham sido atacadas, momento em que, se não forem perdidas em combate, passam a funcionar como as demais. Relembre que a carta sob o general está com a face para baixo: ela deve ser mantida assim até que o seu jogador seja atacado, momento em que pode decidir usá-la para se mover numa direção qualquer permitida, esquivando do ataque recebido. Essa é uma possibilidade exclusiva dos generais. O jogador também pode optar por combater com contra-ataques, como costumeiro.



Há, ainda, cinco casas hexagonais à frente do ponto marcado para o general, que servem como casas restritivas. Uma peça adversária que ocupe uma dessas casas pode ficar aí apenas uma rodada, podendo tentar um ataque ao general, por exemplo, e então deve ser retirada daí com um movimento de seu jogador, realizado pelas regras usuais. Essa regra de restrição só é válida enquanto a carta sob o general não tiver sido revelada e ele não tiver saído de sua posição original.


Objetivo do jogo


Vence o jogador que derrotar a peça general do adversário, independente de quantas peças restarem no tabuleiro.


Impressões deste redator

"Bushido" é um jogo bem fácil de aprender e, embora o início da partida seja um tanto monótono, é bem divertido e uma partida não leva muito mais que 40 minutos a uma hora. Joguei não mais que 3 partidas até hoje, e queria ter jogado mais, pois achei o jogo bem legal mesmo.

Entretanto, descobri nesse jogo, com ajuda de meu velho amigo Dimitri e da Fabíula, uma falha catastrófica: o jogo é facilmente suscetível a trapaças. Veja só: se você pode esconder de seu adversário a face da carta que saca em sua vez, caso ela seja um contra-ataque ou blefe, nada lhe impede de esconder cartas de movimento em lugar de blefes, exceto sua própria honestidade. Ou seja, um jogador malicioso e ávido por vencer com um blefe legítimo pode enganar seu adversário enchendo sua mão de cartas de movimento, em vez de contra-ataques e cartas blefes, e causar a impressão de estar pronto pra ação!

Quanto a isso, minha única sugestão é a seguinte: ao organizar uma competição do jogo, como um campeonato ou torneio, por exemplo, arranje juízes, com o poder de olhar as cartas sacadas como ponto principal. Ou, arranje amigos que não seja trapaceiros (risos)!

Outra dica: use um saquinho opaco (como aquele que vem com as peças) para manter a pilha de saque escondida. Torna mais fácil manter a aleatoriedade necessária, já que as cartas hexagonais são complicadas de lidar.

Segue um vídeo de uma partida de "Bushido - Batalha de Sekigahara".



Bons jogos e boa diversão!

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Minhas histórias com as histórias em quadrinhos - Parte 1

Primeiro, as atualidades do Blog

Não quero deixar as caldeiras do navio se apagarem de novo, e pra evitar que o barco afunde, tá na hora de postar de novo no Blog!

Ando tentando produzir alguns materias rpgísticos bacanas, principalmente para os Mestres de D&D 4ª edição, enquanto essa é ainda a edição mais "atual" da linha e continua sendo a minha edição favorita. Na verdade, uma mini-campanha, ambientada na minha visão do cenário básico do jogo. Só que material pra RPG é algo complicado de produzir. Pra ser legal mesmo, tem que ser feito em cima de pesquisa consistente, ser escrito com calma, testado tanto quanto possível (dentro dos limites da sanidade e da paciência), e acho que acima de tudo, bem redigido e formatado, pra agradar visualmente, de modo a atrair os leitores, antes que esses sejam - com sorte - conquistados pelo conteúdo. Já escrevi um bom bocado, mas travei na hora de desenhar, tanto o mapa da região onde as aventuras se passam, quanto as áreas dos encontros táticos... minha falta de talento para desenhos é um saco!

Ok, e o que mais? Também estou tentando produzir um cenário de batalha (ou mais de um, pra ser sincero), ou seja, um contexto e a descrição do "estado inicial" para ser usado como ponto de partida para um jogo de estratégia casual e sem muitas pretensões de ser "mega-fodástico", usando as regras que já postei aqui no Blog d' A Máquina de Guerra. Se tudo der certo, serão regras praticamente independentes dos livros do RPG, detalhadas o suficiente para serem usadas somente com o material da Máquina de Guerra, um tabuleiro hexagonal que os jogadores poderão imprimir e marcadores de forças. Por enquanto, só o que tenho são as ideias, porque achar um aplicativo satisfatório para desenhar mapas hexagonais é uma missão hercúlea, e eu não sou muito talentoso com desenhos. Marcadores são mais fáceis de fazer, e talvez eu nem precise fazê-los, realmente, já que existem marcadores gratuitos aos montes na internet. Fazer as coisas sem ajuda dá nisso, tudo trava!! Mas há de sair!

Por fim, os bloggeiros de plantão talvez percebam que eu fiz algumas atualizões e correções no design do blog, como os links dos sites que eu costumo seguir, e a possibilidade de votar nas reações às postagens. Talvez isso popularize as coisas, não? Hehehehehe.

E do que vamos falar hoje?

O que passo a contar agora são algumas histórias sobre o meu envolvimento com o passatempo glorioso de colecionar, ler e aficcionar-me por revistas de histórias em quadrinhos, dos mais variados gêneros, principalmente, mas não exclusivamente, de super-heróis. São apenas pinceladas de memórias de alguém que gosta mesmo de conversar sobre o assunto, para os leitores que também apreciam o tema. Comentem aí o que acharem do post, aqueles que o lerem, ok?!

Dos gibis às HQs

... definir uma real diferença entre gibi e história em quadrinhos é algo completamente fora de consenso, e só os mais filosóficos do hobby podem ser a favor da pretensão. Lembro até hoje uma matéria da antiga revista Wizards, da editora Globo, em que o autor mencionava que, pra ele, gibi era o nome do doce de amendoim que ele comia na infância ou algo assim. Como não quero iniciar uma discussão birrenta aqui, menciono apenas que, do meu ponto de vista, pelo aspecto mais popular da palavra, normalmente pronunciada com puculiar tonalidade pelos não apreciadores do hobby (que não chega a ser xula nem pejorativa, mas um tanto preconceituada, às vezes), Gibi é o termo mais apropriado para as histórias tipicamente direcionadas à faixa etária infantil, isto porque ninguém encara uma criança leitora de "gibis" com qualquer preconceito, exceto outras crianças, talvez, principalmente aquelas que gostam de praticar bullying... História em quadrinhos ou os termo ingleses comics/comicbooks são da preferência dos amantes do hobby: HQs para o mais íntimos, hehehe.

... Meu primeiro contato com quadrinhos deve ter ocorrido ainda quando eu estava aprendendo a ler, lá na distante terrinha onde nasci, a cidade de Uruguaiana. Lembro vagamente de uma revista de "Os Trapalhões" que ilustrava sua história principal à capa, "Didiana Jones".

http://atributo.files.wordpress.com/2009/07/aventurastrapalhoesrpg1sr1.jpg?w=500
Vejam isso! Um especial de RPG!!

... Maurício de Sousa foi o primeiro nome de autor de quadrinhos que eu reconheci e decorei. Não apenas porque ele assinava todas as revistas da "Turma da Mônica", mas também porque, vez ou outra, era ele próprio um dos personagens das histórias. Mônica, Cebolinha, Magali, Cascão, Chico Bento, Horácio, Jotalhão e o resto da Turma da Mata, Piteco, Rolo, Tina, Pipa, Anjinho, Astronauta, Humberto, Xaveco, Franjinha, Bidu, Mingau, Floquinho, Do Contra, Nimbus, Capitão Feio, o Louco, Penadinho, Zé Vampir, Papa-capim... são tantos e tantos nomes de personagens, alguns com revistas próprias, outros secundários e até mesmo ocasionais, mas cada um tinha um gosto especial e espaço reservado na minha memória e imaginação para apreciação. Colecionei essas revistas até por volta dos 11 anos.

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgPzu0hpDBr-nyeucEvVEUrJaosPUaSNbQmoy5yuizZwhxzvRMRKPxCtt_AT2ggMTjC5mdgLYIqOfy0oAWEvWxw-i2Pu9SND2SZkX7z5FlYFo3O7iq2VubPx9RKxgOm5IbjXoQlZHzBhmH4/s400/turma_monica.jpg

... Eu também tive algumas edições de Khin, e Pequeno Ninja. Na mesma época, tive oportunidade de arranjar alguns números emprestados de Pato Donald, Mickey Mouse, Zé Carioca, Urtigão...

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... Muitos dos personagens acima foram inspiração para as primeiras histórias em quadrinhos que eu próprio tentei escrever durante minha infância, juntamente com outros heróis da mídia (como Jaspion, Cybercops, Maskman, Changeman, Ninja Jiraya, Jiban e outros live actions nipônicos oitentistas, que eu adorava!). É, eu gosto bastante de lembrar, escrever histórias em quadrinhos (das mais "sem pé nem cabeça", verdadeiras saladas de frutas imaginativas e com pouco contexto e nexo) era uma das minhas brincadeiras de criança. Coitados do meu pai e do meu irmão, que eu, de algum modo, conseguia obrigar a ler minhas histórias, e até comentar! Hehehehe.

... Meus primeiros contatos com histórias mais maduras vieram das coleções guardadas da juventude do meu pai. A Espada Selvagem de Conan eram as minhas favoritas, mas eu só vim a apreciá-las de verdade bem mais tarde, quando um trabalho como estagiário permitiu-me acrescentar números à sua coleção, na esperança de herdar o "legado". Pena que a minha mãe e o meu pai nunca entenderam essa pretensão e deram as revistas (incluindo as que eu tinha comprado!) pra biblioteca pública municipal, enquanto eu estava na faculdade, tentando arranjar um espaço pra poder levá-las comigo...

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/pt/thumb/3/3e/A_Espada_Selvagem_de_Conan_01_(1984).jpg/250px-A_Espada_Selvagem_de_Conan_01_(1984).jpghttps://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh5OTd15PUveYrI7YaKwldQ3camItgy-bdJl2x3-Yc5e77ZiepasUZ__w7fvxyrWHdLT9fE5jJ0FhR-upXS2kVHsBl_jiik05IeJrbnL8c17Njr62zxEziGFL9pi480BHIefBleUfUbm4g/s1600/ESC+07.jpghttps://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg-y-cn5dScoao11csM523l9xTuNiRgEzHU4ndYgrq5PR93gJkxC4lTmz6PqLfVrd2kr7JQaId4ZHEzkusHoDdviIDHc2U1NIRYnoihkqGoDoIglqSSgig1B9fAnGLNMIIS-bfxO3nAq48/s320/conan+000.jpg

... Outras revistas que integravam a coleção do meu pai eram Calafrio e outras revistas de horror; algumas sobre guerra, das quais não recordo nem o nome; Heróis da TV; Superaventuras Marvel, e algumas outras. Se não estou enganado, meu irmão conseguiu obter algumas dessas pra ele, e o pai nem se importou (sniff, sniff)...

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... E na chegada da minha adolescência, veio às bancas Spawn nº1, da Image Comics, publicada pela Abril Jovem. Todd McFarlane seria o primeiro autor de quadrinhos de super-heróis que eu reconheceria e admiraria.

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... Nessa época, todavia, a maior parte das histórias em quadrinhos que eu tive a oportunidade de ler eram empréstimos. Primeiramente, do meu irmão, como Super-homem, Batman, e outros heróis da DC Comics; de um amigo do meu irmão vieram Cyberforce e Wild CATs; e do meu grande amigo Dimitri vieram lotes da Marvel, incluindo histórias do Demolidor, Justiceiro, Hulk e Thor que saíam nas revistas Marvel 97 até Marvel 99, além das revistas Vertigo, com as fantásticas tramas do dramático Constantine/Hellblazer, e as fabulosas aventuras de Timothy Hunter - Os Livros da Magia. 

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/thumb/c/c1/Cyberforce_01_cover.jpg/250px-Cyberforce_01_cover.jpghttp://www.diversaostore.com.br/media/catalog/product/cache/1/image/42d9f566828f014758551309cb4f2c7a/m/a/marvel-97-abril-1.jpghttp://bimg2.mlstatic.com/revista-vertigo-1-a-7-editora-abril-hellblazer_MLB-F-3318253545_102012.jpg

Por hoje é só, mas talvez continue, numa próxima edição...

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Categorias de Passatempos do Blog

Este deveria ter sido um dos primeiros posts deste Blog, com certeza. Mas só nesta semana dei-me conta da sua necessidade. O propósito é simples: definir, afinal de contas, que assuntos o Blog deve abordar.

Bom, caso você não tenha notado, o blog foi criado para falar, principalmente, de RPG e outros passatempos que eu adoto e admiro. RPG mereceria uma matéria própria para ser explicado a quem não conhece, mas vou deixar para outro momento. Por ora, quero falar de passatempos ou hobbies.

O que são Passatempos?


Procurei no Aurélio a definição da palavra, e cheguei somente à conclusão de que o Aurélio não deve ser fã de passatempos. "Divertimento, diversão" é apenas a significação, certo? Não corresponde a o que eu chamaria de definição. Que tal recorrermos à boa e velha Wikipédia?

"Passatempo ou hobby é a denominação dada a uma atividade de entretenimento livre que o indivíduo desenvolve sozinho ou coletivamente. Um passatempo pode manifestar-se de várias formas: desde uma atividade prática (culinária, esporte, modelagem,pintura) até uma pura e simples atividade intelectual (escrever, ler, filosofar). O passatempo não deve ser confundido com jogo, que é uma diversão envolvendo regras predeterminadas e objetivos."
 

Por essa eu não esperava!

Então, se eu pude entender direito, práticas como esporte ou pintura são categorias de passatempos? Mas um jogo qualquer não é um passatempo? Ou seria uma forma mais restrita de passatempo? Difícil dizer por tal texto.

Portanto, eu prefiro definir eu mesmo o que entendo por passatempos, porque, como já disse, os passatempos estão sob o foco deste Blog.

Um passatempo, sob o meu ponto de vista, é uma atividade realizada para o propósito máximo de divertir. Algumas características, porém, diferem os passatempos de algo que você simplesmente gosta de fazer:
  • Um passatempo envolve algum nível de coleção, por mínimo que seja;
  • Um passatempo é uma atividade repetitiva, mas que, para aquele que a pratica, não o parece ser;
  • Um passatempo é uma atividade no nível do "amadorismo";
  • O praticante de um passatempo considera o mesmo um excelente foco para longas horas de conversação, e até mesmo pode se envolver em discussões calorosas e polêmicas sobre o tema, ou para postar verdadeiros "wall texts" (mensagens muito longas, tipo 'muralhas de texto') no twitter, facebook, orkut, blogs, etc [ :) ];

Muitas outras características poderiam estar na lista, mas vamos ficar com essas para nossa filosofia de hoje.
 
Visto que um passatempo sempre envolve algum nível, por mínimo que seja, de coleção, vamos a alguns exemplos para uma melhor explicação do que quero dizer. Logo de cara, vem à nossa mente a ideia de colecionar selos, notas de dinheiro antigas, moedas, caixas de fósforos, latinhas de refrigerante ou cerveja, carrinhos do HotWheels, brinquedos de Lego e, é claro, jogos dos mais diversos, com cartas, tabuleiros, livros, dados, etc. Mas não sejamos tão restritos! Um fã de futebol que assiste os jogos na TV, ouve em rádio, junta páginas de jornal com notícias de seu time ou sobre o campeonato, além de cartazes, camisetas, etc, está praticando um passatempo. Também estará o cara que joga futebol todas as terças e quintas-feiras, e tem em casa os seus "uniformes", incluindo caneleiras, chuteiras/tênis, meias próprias, etc. Mas o futebol em si é um esporte, e pode ser tomado somente como esporte, e não como passatempo, por muitas pessoas, como aquelas que jogam só de vez em quando, ou por "obrigação escolar", como quase sempre foi o meu caso, na adolescência, ou que assistem ao futebol da TV como quem está vendo o horário político.

E ao falar de futebol (e outros esportes), chegamos ao segundo fator: a repetitividade. Fala sério?! Toda partida de futebol é igual, caramba!... Começa sempre do mesmo jeito, tem sempre o mesmo objetivo, e envolve sempre os mesmo elementos... Ou será que não? Acontece que pra quem gosta, faz muita diferença uma partida entre Náutico e Juventus, ou entre Grêmio e Internacional, ou entre Barcelona e Real Madri, ou Flamengo e Fluminense... a abertura de uma Copa do Mundo de Futebol não tem o mesmo "gostinho" da final da Copa do Brasil, não é mesmo? Ainda mais "diferente" se torna uma partida dependendo da escalação, e talvez até do estádio onde acontece.

Da mesma forma, um colecionador de revistas em quadrinhos valoriza as diferenças entre os desenhistas e arte-finalistas, entre os roteiristas, as editoras, os personagens, os gêneros... A melhor história de Spawn já escrita não tem o mesmo "sabor" que "Espectros no Castelo Rubro", um clássico d' A Espada Selvagem de Conan. Mas, pra quem lesse uma revista dessas ao acaso, na sala de espera de uma consulta médica (ainda quero ver o médico que vai colocar revistas em quadrinhos na sua sala de espera, hehehehe), pareceriam iguais. Ou assim eu acho, porque eu teria de perguntar a um não fã de quadrinhos o que se passa na sua cabeça. Penso que seja o mesmo que eu penso do futebol.

E outra vez usarei o futebol para explicar por que, na maior parte do tempo, ele é mais um esporte do que um passatempo, assim como vôlei, handebol, basquetebol, etc. Porque um passatempo é principalmente praticado no nível do amadorismo, isto é, sem finalidade lucrativa, sem chance de reconhecimento popular, sem fama e fortuna. Futebol e outros esportes são praticados pela maioria das pessoas no nível do amadorismo, mas também são reconhecidos como profissões. Atleta, jogador de futebol, jóquei, pugilista, etc. São profissões. Eu não posso adotar "jogador de videogame" como profissão, não é mesmo? (Tá, tudo bem, na última década, principalmente nos EUA, Japão e Coreia do Sul, alguns jogos eletrônicos vêm sendo praticados 'profissionalmente', mas esse é um aparte dos tempos modernos, não uma regra) Por isso, considero esportes como esportes, e passatempos são outra coisa. Isso não implica, porém, que um esporte não possa ser praticado como passatempo, como já disse antes. E, pra não correr o risco de ser contrariado por algum leitor, um passatempo também pode ser o "ganha pão" de alguém: os criadores/desenvolvedores dos passatempos como jogos, videogames, miniaturas, figurinhas, etc., ganham a vida assim, não é mesmo? Mas, para meu total espanto, já descobri que muitos dos desenvolvedores nem sempre são praticantes fanáticos desses hobbies, diferindo-se de seu público-alvo.

Hm, então isso poderia nos levar a um adendo à regra: um passatempo pode ser praticado como profissão, mas só é passatempo enquanto amador.

Quanto ao quarto item de nossa lista filosófica de características, acho que não preciso comentar. Tudo o que estou fazendo aqui é EXATAMENTE pôr a prova do quarto item!

E que passatempos são o foco do "Covil do Narrador"?


Os passatempos que pretendo manter sempre indo e voltando por aqui são aqueles que eu mais aprecio. Passatempos ou hobbies de nerd, eu bem sei, mas são o que me agrada, e como agrada a muito mais gente, como eu também sei muito bem, acho que são ótimos temas para o Blog. Até a presente data, porém, só falei de alguns desses temas, mas quero que fique bem definido que a minha gama de interesses é maior do que as postagens mostraram até o momento.

Vamos à lista:



RPGs: Roleplaying Games estão no topo da lista - não por acaso. Comecei a jogar com 13 anos, quase sempre como Mestre de Jogo / Dungeon Master / Narrador, e sou apaixonado por esse passatempo. É o gênero de jogo que mais concede liberdade criativa, interatividade e a possibilidade de expressar-se. É educação de forma lúdica, podendo ajudar a angariar mais facilmente conhecimentos de áreas como história, matemática, filosofia, através da diversão que propicia com seus cenários e enredos. Já foi demonstrado que pode ser até mesmo terapêutico (por /monografiasteses/dissertações de Mestrado/Doutorado em psicologia), pois pode auxiliar-nos a refletir sobre situações que poderíamos vivenciar sem a necessidade de realmente nos submetermos a elas. E, é claro, é divertido! Jogo e mestro em muitos sistemas e cenários, dentre os quais: Storyteller - Mundo das Trevas, Storyteller - Street Fighter RPG, D&D 1ª e 4ª edições (e 3.5 apenas como jogador), Daemon (mas eu sou do tempo da 2ª edição do Arkanun...), etc.


Jogos de Tabuleiro ou Tabletop: jogos clássicos, como damas, ludo, xadrez, dominó... gosto de todos, embora, na atual época, não tenha mais que uma caixinha de dominó furreca guardada numa caixa empoeirada no canto mais inalcançável da minha prateleira. Jogos modernos, como os jogos de simulação, ou estratégia de guerra, ou wargames (com ou sem miniaturas) também estão na categoria do que eu acho "massa", mas tenho poucos destes (War - Império Romano, Inferno - Batalhas no Abismo e Bushido), porque conheço pouca gente com quem poderia jogar, e a maior parte mora longe, então decidi não investir - por enquanto. Sei que existe muita diferença entre os "euros" e os jogos do american style, mas ainda não pude ter mais que meia hora de Carcassone, que me foi propiciada pelo amigo Cássio. Entre os jogos de tabuleiro que mais gostei até hoje, acho interessante nomear Classic Dungeon e Hero Quest, por sua óbvia relação com os RPGs e porque o último foi o responsável por eu ter conhecido os RPGs, de fato.

Jogos de Cartas: Houve um tempo em que eu jogava com muita frequência e conhecia as regras de um montão de jogos de cartas, para serem jogados com o baralho francês ou tradicional, assim como o baralho ítalo-espanhol. Pife, pontinho, escova, canastra, truco, rouba-monte, guerra (se bem que, falha-me a memória agora, acho que os dois anteriores são o mesmo jogo... alguém sabe?), dorminhoco, poker, paciência. Hoje em dia, lembro vagamente de algumas regras da maioria dos que acabei de citar, com exceção de pife e truco, que são garantidos. Também sempre fui fã dos jogos mais "exóticos" de cartas, fossem eles de cartas colecionáveis ou não, como Spellfire (que eu possuo 5 conjuntos de 55 cartas, e jogo por regras que baixei da internet, correspondentes à 4ª edição do sistema, se não me engano), Magic - The Gathering (já joguei, mas nunca possuí), Uno e outros.

Revistas em Quadrinhos: Coleciono HQs desde, sei lá, acho que desde que aprendi a ler, mas em fases mais infantes da vida eu colecionava Turma da Mônica (incluindo as revistas individuais de cada personagem, Parque da Mônica e almanaques), algumas da Disney, Kim e Akay, Pequeno Ninja e até Os Trapalhões. Depois, a partir da adolescência, passei a ler e colecionar revistas de super-heróis (mais ler que colecionar, isso é um fato), e daí surgem nomes como Spawn, Conan e Batman, dentre muitos outros. Atualmente, é o passatempo com o qual gasto dinheiro mais frequentemente, porque as coleções são mensais (e coleciono várias revistas).

Literatura de Fantasia, Ficção Científica e Terror: Também não tenho muitos exemplos desses na minha prateleira, mas já li "alguma coisa" ao longo da pequena vida... Considero a leitura como passatempo, a propósito, porque, como já citei, diverte, envolve coleção, é uma atividade amadora e pode ser um excelente tema para bate-papo. Também pratico a escrita de poesias, contos e livros amadoramente, o que reforça meu interesse no assunto, e é por essa razão que prefiri demonstrar meu interesse no tema em outro Blog . Entre as preciosidades que tenho aqui comigo, cito O Estrangulador, de Sidney Sheldon, Histórias Extraordinárias, de Edgar Alan Poe, um livro de contos e um romance de Conan, do meu grande ídolo terreno Robert Erwin Howard, A Guerra dos Tronos e suas continuações, de George Martin, Histórias de Robôs 1, de Isaac Asimov (e outros autores) e, pra que ninguém me acuse de preconceito contra a literatura nacional, O Auto da Compadecida, de Ariano Suassuna e uma coletânea chamada Contos de Vampiros, organizada por Flávio Moreira da Costa. Várias outras pérolas da literatura entrariam pra minha lista anterior, por eu ter lido e adorado, se estivessem na minha prateleira, quais sejam: a trilogia Senhor dos Anéis e O Hobbit, de John Ronald Reuel Tolkien, O Código Da Vinci, de Dan Brown, O Rei das Estrelas, de Edmond Hamilton, Tropas Estelares, de Robert Heinlein, Frankenstein, de Mary Shelley e O Médico e o Monstro, de Robert Louis Stevenson. Cabe citar que nunca tive a oportunidade de ler Drácula, de Bram Stoker, e achei que Entrevista com o Vampiro, de Anne Rice perturbava minha imaginação, logo não consegui ler até o fim.


Jogos Eletrônicos (videogames e jogos para PC): Houve um tempo em que eu era mesmo fissurado por Nintendo 64 e os maravilhosos Zelda - Ocarina of Time, Mario 64, 007 - Goldeneye, Mario Kart 64, Diddy Kong Racing e Star Wars - Rogue Squadron. E olha que o videogame era do meu irmão! Depois, veio a febre dos jogos de PC, entre os quais cito o Freelancer, a saga Warcraft e Heroes of Might and Magic. Aí, chegou o tempo em que eu finalmente tenho um PS3 em casa, mas com poucos jogos... e quase nunca jogo! É, fazer o quê... Atualmente, não posso mesmo que considerar um hobbista de jogos eletrônicos, porque pratico pouco essa atividade, mas já fui, e acho que, dado o devido tempo, voltarei a ser algum dia. Sou cheio de manias que vêm e vão.

 

What's Next?


Bom, então eu acho que chego ao fim de mais esse Wall Text nostálgico. Como dá pra ver, os meus passatempos não são poucos, e pretendo falar de todos eles aqui, dentro em breve... ou não. Como de costume, eu não consigo manter uma periodicidade fixa pra esse blog, assim como para o outro. Mas ele segue vivo e forte, até que eu me esgote de tanto escrever!

Ah, sim, não sei se entra como passatempo, mas eu adoro tirar fotos da minha cadelinha, também. hehehehe

Vai aí um tchauzinho da Cheater!

Sou Brute Solo Level 35, quer encarar?
















quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Sistema de Combate Massivo para D&D !!


Gosta de jogos de fantasia medieval e quer algo diferente?

Há algum tempo, eu estava "viciado" nas regras da Rules Cyclopedia, um suplemento do D&D Clássico que contém regras adicionais, opcionais e avançadas das mais variadas. Nesse suplemento, eu conheci as regras da "War Machine", um sistema para representar batalhas campais, para jogos de fantasia medieval. Obviamente, um sistema próprio para o D&Clássico, mas com pouco esforço, fiz algumas adaptações para a 4ª edição.

Acho que também pode ser usado com outros sistemas facilmente, e pode ser até mesmo transformado em um jogo à parte, com uso de tabuleiro e marcadores, pra representar combates muito legais!

Eis o material completo, adaptado e traduzido!


Bons jogos!









terça-feira, 30 de outubro de 2012

Die Hard Forever!!

Tenho pensado muito nas diversas possibilidades de postagens que poderiam fazer esse blog andar mais uma vez...

Infelizmente, é difícil produzir conteúdo que seja divertido, estando os passatempos raros nos últimos tempos.

Mas, a vida é feita de mudanças! E assim como voltei a ser colecionador de revistas em quadrinhos após anos sem ler quase absolutamente nada, já consegui um grupo para jogar RPG na minha nova cidade (nem tão nova assim, porque já estou morando aqui há cerca de um ano e meio), também realizei algo completamente na semana passada - mestrei uma partida de Dungeons & Dragons 4ª edição via skype!

E os rumos apontam para a necessidade de postar novidades por aqui, outra vez. Brevemente, quero postar aqui algo sobre minhas coleções de revistas em quadrinhos; exibir minha "arca de tesouros" de RPG; e tecer algumas opiniões sobre os rumos que o mais famoso e admirado/odiado RPG existente - o D&D - está tomando, durante a produção de sua 5ª edição.

Por ora, fica aqui uma postagem minha do YouTube, mostrando alguns trechos de uma partida de D&D4ª que rolou há algum tempo atrás na cidade de Silveira Martins, como o meu grupo da região de Santa Maria: